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Aprendizados do Porta dos Fundos durante a pandemia

Aprendizados do Porta dos Fundos durante a pandemia

Nos últimos dias fizemos algumas lives no nosso perfil do Instagram contando as novidades do YOUPIX Summit e trazendo convidados que estarão no evento (inclusive, já se inscreveu?). Em uma dessas lives conversamos com o Crocas, CEO do Porta do Fundos, sobre como a empresa mudou o trabalho durante a pandemia para continuar entregando conteúdo com relevância e fazer o negócio girar. Hoje eu trouxe alguns insights desse papo pra vocês:

  • O não saber pode ser inspirador: o primeiro caminho do Porta, logo no início da pandemia, foi entender e abraçar o “não sei”. Hoje em dia, quem sabe de muita coisa acaba não sabendo de nada. Então, eles deixaram a equipe tranquila a respeito desse lugar do não saber, e assumiram os riscos caso as escolhas dessem errado. Não tem problema não saber, ainda mais em meio a pandemia. 

 

  • Não tenha medo de testar: o que leva em conta nesse momento é a coragem de se arriscar e seguir na escuridão tentando achar a luz no final, e a outra coisa o repertório. No caso do Porta, a possibilidade de explorar outras áreas, outros ângulos e o conhecimento no mercado como um todo ajudou. O conhecimento em assessoria; em influenciadores; como o mercado de publicitário funciona; o que o cliente quer e o que a audiência precisa nesse momento; de qual assunto o público está falando; etc. Todos estavam (re)aprendendo a trabalhar em um momento em que todo mundo estava com medo. Então, os novos temas a serem explorados precisavam ter mais cuidado e cautela para que toda a equipe ficasse mais confortável nessa atuação louca. 

 

  • Identificação com o momento: Crocas contou que eles começaram a rever todo o processo de criação, desde o roteiro até a produção e direção, e isso já foi mudando a maneira como o Porta produz. No começo as pessoas estava se identificando com o Zoom, com o hangout, e agora já estão mais cansadas disso. Eles passaram a se reinventar, mudando a forma de dirigir sem parecer que estava sendo feito durante a pandemia. Fizeram algumas lives, mas não foi um formato que aderiram, pois perceberam que começou a ficar saturado. E tudo bem, pois tinham outros formatos para explorar. A internet é um gerúndio, precisa estar sempre testando e aprendendo, pois nunca para.

 

  • Impacto no negócio: Crocas contou que no começo do isolamento social, o Porta já tinha três meses de conteúdo pronto, com vídeos e esquetes, porém não usaram nem 15% disso, porque viram que as pessoas não estavam se reconhecendo naqueles conteúdos. E isso só foi possível porque eles conheciam muito a audiência. É muito sobre o que você entrega de combustível para conversa. O que você faz para que as pessoas falem ao longo do dia? Isso aconteceu de forma tão interessante para eles, que acabou atraindo mais marcas. Essa sensibilidade de entender o que o público estava querendo, quais eram as discussões que eles estavam tendo e participar dessa conversa de uma maneira que não interrompesse, mas sim que fizesse parte, fez toda a diferença.

Esses foram alguns ensinamentos do Porta dos Fundos durante a pandemia. Para saber mais é só ficar ligado no YOUPIX Summit nos dias 01, 02, 03 e 04 de setembro [inscreva-se aqui].

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